quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
domingo, 31 de agosto de 2014
Rápida reflexão sobre o LP e os sebos.
Só andei pensando.
Há um certo tipo de LP que é cool para quem frequenta sebos.
Não é aquele que todos "ouviram até furar", como o Thriller do finado Michael, por exemplo. Não porque os que frequentam sebos são soberbos e não queiram tal disco. É porque ele, quando encontrado, está quase furando mesmo. Roda, mas não rola.
Também não é aquela coletânea do Grupo Bombom.
(Já existiu Grupo Bombom ou estou delirando?)
Neste caso, o motivo é mais simples: ninguém quer mesmo. Nunca ninguém gostou de verdade.
O LP legal, mas legal mesmo é aquele que tem um puta som, mas não fez sucesso à época, seja por qualquer motivo.
Um ótimo exemplo: Tim Maia Racional.
Quando estourou tardiamente, já no embalo da internet, tinha um monte destes LPs por aí por conta de uma das histórias do Tim Maia (quem quiser saber da história, que leia o Nelson Mota). Acho que devia ter até disco 0 km em estoque.
Foi uma festa! Não tinha LP mais cool no sebo.
Mas tudo isto, eu só andei pensando.
Tchau.
Há um certo tipo de LP que é cool para quem frequenta sebos.
Não é aquele que todos "ouviram até furar", como o Thriller do finado Michael, por exemplo. Não porque os que frequentam sebos são soberbos e não queiram tal disco. É porque ele, quando encontrado, está quase furando mesmo. Roda, mas não rola.
Também não é aquela coletânea do Grupo Bombom.
(Já existiu Grupo Bombom ou estou delirando?)
Neste caso, o motivo é mais simples: ninguém quer mesmo. Nunca ninguém gostou de verdade.
O LP legal, mas legal mesmo é aquele que tem um puta som, mas não fez sucesso à época, seja por qualquer motivo.
Um ótimo exemplo: Tim Maia Racional.
Quando estourou tardiamente, já no embalo da internet, tinha um monte destes LPs por aí por conta de uma das histórias do Tim Maia (quem quiser saber da história, que leia o Nelson Mota). Acho que devia ter até disco 0 km em estoque.
Foi uma festa! Não tinha LP mais cool no sebo.
Mas tudo isto, eu só andei pensando.
Tchau.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
segunda-feira, 21 de julho de 2014
sexta-feira, 13 de junho de 2014
Estréia do Brasil na Copa 2014 (Brasil x Croácia) - Tentaram roubar minha alegria.
Brasil 3 x 1 Croácia
Sou brasileiro e torço pela seleção brasileira desde de criança. Foi como eu cresci: gostando dos jogos, gostando das ruas em verde e amarelo, gostando da vibração que toma conta das pessoas.
Por culpa de um bando de cartolas e políticos escrotos, fiquei com esta sensação de algo roubado. Uma sensação estranha de que, se estivesse torcendo a favor, estaria torcendo contra. Queria que o Brasil ganhasse, mas minha razão gritava para que ele perdesse.
Os jogadores, sem demagogias, são parte do mesmo povo que vejo na rua, com as mesmas caras, com a mesma mistura e com os mesmos jeitos. Não há como não me identificar. Não há como não torcer por eles.
Eu me emociono com o Hino Nacional, acho bonita a nossa bandeira e sou fã da amarelinha.
Por isso, decidi que não vou deixar que roubem minha alegria. Danem-se o Ronaldo gordinho, o chato do Galvão, a (máfia) Fifa, o Blatter e toda a classe política brasileira. Tenho certeza que a de vocês está guardada...
De peito aberto, torço pelo Brasil!
#VAIBRASIL!!!
Dilma xingada.
Xingar a Dilma foi uma grosseria. Foi colocar no ombro de uma só pessoa o desmando de uma nação.
Aqueles que estranharam que os xingamentos tenham vindo das classes mais altas parecem não conhecer a elite brasileira. É a mesma que compra carros grandes e os estaciona em cima da calçada; que paga propina; etc...
Se os ingressos tivessem preços populares, talvez isto não tivesse ocorrido.
Pênalti fingido.
Pô, Fred... enganar o juiz e agradecer a Deus por isto? Não, né???
Assim você joga minha auto-estima de brasileiro lá embaixo...
Sou brasileiro e torço pela seleção brasileira desde de criança. Foi como eu cresci: gostando dos jogos, gostando das ruas em verde e amarelo, gostando da vibração que toma conta das pessoas.
Por culpa de um bando de cartolas e políticos escrotos, fiquei com esta sensação de algo roubado. Uma sensação estranha de que, se estivesse torcendo a favor, estaria torcendo contra. Queria que o Brasil ganhasse, mas minha razão gritava para que ele perdesse.
Os jogadores, sem demagogias, são parte do mesmo povo que vejo na rua, com as mesmas caras, com a mesma mistura e com os mesmos jeitos. Não há como não me identificar. Não há como não torcer por eles.
Eu me emociono com o Hino Nacional, acho bonita a nossa bandeira e sou fã da amarelinha.
Por isso, decidi que não vou deixar que roubem minha alegria. Danem-se o Ronaldo gordinho, o chato do Galvão, a (máfia) Fifa, o Blatter e toda a classe política brasileira. Tenho certeza que a de vocês está guardada...
De peito aberto, torço pelo Brasil!
#VAIBRASIL!!!
Dilma xingada.
Xingar a Dilma foi uma grosseria. Foi colocar no ombro de uma só pessoa o desmando de uma nação.
Aqueles que estranharam que os xingamentos tenham vindo das classes mais altas parecem não conhecer a elite brasileira. É a mesma que compra carros grandes e os estaciona em cima da calçada; que paga propina; etc...
Se os ingressos tivessem preços populares, talvez isto não tivesse ocorrido.
Pênalti fingido.
Pô, Fred... enganar o juiz e agradecer a Deus por isto? Não, né???
Assim você joga minha auto-estima de brasileiro lá embaixo...
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
MENOS CARROS 1 - Bizarrices da publicidade automobilística.
Na década de 1950, começou a indústria automobilística brasileira.
Desde então, só o que se fez neste país foi abrir mais e mais espaço para os carros. Nas ruas, nas casas, nas calçadas, nos prédios, na economia, na política fiscal, na matriz industrial, nas nossas vidas, só o que sabemos fazer é abrir espaço para os carros.
Isto está de tal forma assimilado pelo senso comum que tenho visto comerciais que são verdadeiros absurdos. Era de se esperar que dentro da uma agência de propaganda ou no marketing das empresas houvesse pessoas que percebessem os absurdos em questão. Para meu desespero, parece que elas não existem.
Aqui vão dois exemplos:
VÍDEO 1 - Um carro fedorento e barulhento entra no teatro, mas todos acham o máximo. Carros não incomodam! O dono do teatro até já criou uma vaga para carros lá dentro, mostrando de forma didática como um único carro ocupa o lugar de 20 pessoas. Não é uma ótima ideia?
VÍDEO 2 - Você estudou, se esforçou, trabalhou duro para ser uma pessoa melhor? Claro que não! Foi para conseguir um carro que (pasmem) vai andar livremente pelo minhocão sem congestionamento!! Resumindo: você é o carro que você dirige.
Como, no fundo, sou um otimista, finalizo com um vídeo com antigas propagandas de cigarro que o tempo se encarregou de nos mostrar o quanto absurdas são. Fico na esperança de que daqui uns poucos anos pensemos o mesmo das propagandas acima.
Desde então, só o que se fez neste país foi abrir mais e mais espaço para os carros. Nas ruas, nas casas, nas calçadas, nos prédios, na economia, na política fiscal, na matriz industrial, nas nossas vidas, só o que sabemos fazer é abrir espaço para os carros.
Isto está de tal forma assimilado pelo senso comum que tenho visto comerciais que são verdadeiros absurdos. Era de se esperar que dentro da uma agência de propaganda ou no marketing das empresas houvesse pessoas que percebessem os absurdos em questão. Para meu desespero, parece que elas não existem.
Aqui vão dois exemplos:
VÍDEO 1 - Um carro fedorento e barulhento entra no teatro, mas todos acham o máximo. Carros não incomodam! O dono do teatro até já criou uma vaga para carros lá dentro, mostrando de forma didática como um único carro ocupa o lugar de 20 pessoas. Não é uma ótima ideia?
VÍDEO 2 - Você estudou, se esforçou, trabalhou duro para ser uma pessoa melhor? Claro que não! Foi para conseguir um carro que (pasmem) vai andar livremente pelo minhocão sem congestionamento!! Resumindo: você é o carro que você dirige.
Como, no fundo, sou um otimista, finalizo com um vídeo com antigas propagandas de cigarro que o tempo se encarregou de nos mostrar o quanto absurdas são. Fico na esperança de que daqui uns poucos anos pensemos o mesmo das propagandas acima.
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